Wednesday, January 10, 2007

Onde foi que te perdi…a tua essência, o teu mar…

A tua coragem e o teu saber

A tua mágoa enfim repousou

No silencio terno de um abraço.

Não te encontrei, entretanto.

Não te abracei e não te disse

Não te olhei, não te falei.

Apenas a passagem por entre o tempo.

Apenas as incertezas esguias

Que percorrem o vento.

Nada amainou.

Nada foi, de si, efémero.

Nada partiu num sem rumo ardente.

Nada quis ser nem ter o que havia…

Porém, permanecemos aqui.

Sem esperanças, sem meios de recobro.

Sem alianças, sem medos

Quis saber de ti…